O CEO da holding Shvabe, fabricante do sistema óptico, Vadim Kaliuguin, especificou que, para o projeto, os engenheiros fabricaram um espelho parabólico primário com 3,12 metros de diâmetro e aproximadamente três toneladas de massa, além de outros elementos ópticos para o telescópio.
“Além disso, o formato do grande espelho primário pode ser ajustado durante a operação, o que reduz a distorção causada por influências atmosféricas”, explicou o executivo.
Por sua vez, os especialistas da Rostec indicaram que o sistema demonstrou alta qualidade durante os testes. Assim, as imagens de objetos espaciais obtidas pelo Centro Experimental a Laser Titov, localizado na República de Altai, na fronteira com a Mongólia, a China e o Cazaquistão, superaram significativamente o nível de detalhes de todas as imagens existentes, afirmou a entidade do gigante eurasiático.
Eles também confirmaram que o telescópio está programado para entrar em operação no primeiro trimestre de 2026, e afirmam que essa iniciativa ajudará a rastrear detritos espaciais, satélites artificiais e outros objetos no espaço próximo à Terra, a distâncias de até 3.500 quilômetros.
O telescópio também inclui um telêmetro a laser lunar, que permite medir a distância até o satélite natural com precisão milimétrica, especificaram os desenvolvedores.
Isso é particularmente importante para o ajuste fino da operação do GLONASS, um sistema global de navegação por satélite desenvolvido pela Rússia, que leva em consideração a influência gravitacional dos corpos celestes sobre os satélites.
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