Somos os únicos autorizados por lei a realizar operações ofensivas contra alvos no exterior, declarou o chefe da FE durante uma campanha de recrutamento.
Analistas locais consideram que esta declaração revela uma doutrina de guerra cibernética mais agressiva entre os Estados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
A busca se concentra em especialistas de elite em segurança cibernética ofensiva e seu processo de seleção inclui testes rigorosos de capacidade técnica e psicológica.
Esta admissão pública das capacidades marca um novo patamar na militarização do ciberespaço, que dissuade adversários e atrai talentos especializados.
A postura ativa contrasta com as abordagens tradicionais de defesa cibernética e reflete uma tendência global para a integração de capacidades digitais na estratégia militar.
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