Em uma declaração publicada hoje aqui, a organização alertou que Washington não se contentou em promover golpes de Estado e guerras híbridas em diferentes regiões do mundo, nem em impor por mais de seis décadas um bloqueio criminoso à nação caribenha.
Hoje, volta a se esconder atrás da chamada “segurança nacional” para acusar falsamente Cuba de desestabilizar o hemisfério, quando são precisamente os Estados Unidos que geram instabilidade global por meio de sanções unilaterais, tarifas e ameaças àqueles que não se subordinam aos seus interesses.
O grupo afirma que a ilha caribenha não impõe seu modelo a ninguém e apenas oferece solidariedade, cooperação e saúde ao mundo por meio de suas brigadas médicas e seu compromisso internacionalista.
Em 29 de janeiro passado, o presidente norte-americano, Donald Trump, assinou uma ordem executiva classificando Cuba como um perigo para a segurança de seu país e ameaçou impor tarifas àqueles que vendem petróleo à ilha, em uma tentativa de sufocar esse povo.
O coletivo internacionalista exigiu o fim das agressões contra Cuba e o fim imediato do bloqueio.
“Todos os povos do mundo têm direito a viver, crescer e se desenvolver com igualdade e justiça social, sem bloqueios nem interferências e com respeito à sua soberania”, conclui a declaração.
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