Em comunicado, a instituição afirmou que os crimes cometidos por esses indivíduos visavam gerar desestabilização e desrespeitar a vontade soberana do povo venezuelano.
Especificou que essas ações fazem parte do processo de revisão abrangente de casos, ordenado pelo presidente Nicolás Maduro, por meio do qual o Estado avalia individualmente cada situação e adota medidas cautelares de acordo com a lei.
Tudo isso integra uma política de justiça com abordagem humanista e foco na preservação da paz.
O comunicado enfatizou que, apesar do cerco em curso contra a nação, o “Estado venezuelano garante tratamento digno, respeito aos direitos humanos e assistência integral a todas as pessoas privadas de liberdade”.
Reafirmou também o compromisso do Governo Bolivariano em agir em defesa da estabilidade, da justiça social e da soberania nacional.
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