Esse resultado seria alcançado com ênfase em bens de consumo não duráveis, matérias-primas, produtos intermediários para a indústria, combustíveis e lubrificantes, destacou uma fonte oficial.
O Banco Central do país detalhou que as importações em 2025 atingiram US$ 34.609,3 milhões, 2.117,9 a mais em relação ao valor registrado no período anual anterior.
O aumento foi influenciado principalmente pela variação positiva nos bens de capital para a indústria, afirmou a instituição financeira nacional, citada pelo jornal local Prensa Libre.
Também incluiu telecomunicações e construção (US$ 475 milhões, 10% de crescimento) e bens de consumo não duráveis (US$ 430,6 milhões, 6,8%).
Embora o principal fornecedor tenha sido os Estados Unidos, com 10.891 milhões (31,5% de aumento), a China consolidou-se em segundo lugar, com 5.511 milhões (15,9%), e a América Central ocupou a terceira posição (3.949 milhões, 11,4%).
O comércio exterior da Guatemala mantém um saldo deficitário, apesar de as exportações totais terem registrado no ano passado US$ 15.587,4 milhões em 2025, um aumento de 7,1% em relação ao mesmo período anterior.
As autoridades monetárias estimaram um crescimento econômico deste território centro-americano de 4,1% no atual período anual, após registrar um número semelhante no final de dezembro anterior.
No entanto, continuam atentas às políticas comerciais dos Estados Unidos (por exemplo, cerca de 30% das exportações ainda devem pagar 10% de tarifa) e às tensões geopolíticas, entre outras.
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