Ambos os países contaram com estandes no recinto da Porte de Versailles, onde, durante três dias, mais de 6.000 expositores de 60 nações apresentaram suas bebidas alcoólicas e destilados. Alguns expositores já possuíam presença consolidada no mercado europeu, enquanto outros demonstraram interesse em entrar nele.
Para Magdalena Pesce, gerente geral da Wines of Argentina, a participação na feira parisiense, uma das maiores vitrines do setor no mundo, atendeu às expectativas e confirmou o crescimento dos últimos anos. “Em 2023, participamos deste evento pela primeira vez com oito vinícolas, e este ano com mais de 70”, declarou à Prensa Latina.
“Em 2023, participamos deste evento pela primeira vez com oito vinícolas, e este ano com mais de 70”, disse ela à Prensa Latina. Segundo Pesce, na Wine Paris 2026, os representantes argentinos tiveram a oportunidade de interagir não só com o mercado europeu, mas também com os dos Estados Unidos, Brasil e outras partes do mundo — contatos que abrem novas oportunidades.
A executiva expressou otimismo em relação ao futuro, impulsionado pelo acordo de livre comércio assinado entre a União Europeia e o Mercosul.
Andrés Kemeny, gerente de exportação da vinícola familiar Deicas-Juanicó, também considerou benéfica a quarta participação consecutiva de vinícolas uruguaias na feira. “Estamos de volta porque reconhecemos o valor desta feira. Temos muito trabalho pela frente, mas continuamos avançando com o objetivo de consolidar a marca do país”, afirmou.
Assim como a Argentina, a presença do Uruguai manteve sua trajetória ascendente, com cerca de vinte vinícolas participando da nona edição da Wine Paris.
Para Kemeny, a feira na Cidade Luz serve como trampolim para acessar a Europa, mesmo sendo um mercado muito forte. “Já temos um importador na Bélgica que atua como armazém, e o objetivo é continuar trabalhando juntos”, disse Kemeny à Prensa Latina, acrescentando que os vinhos uruguaios são feitos predominantemente com uvas Tannat e Albariño.
ro/wmr / fav





