Quinta-feira, Fevereiro 19, 2026
NOTÍCIA

Chanceler da China reitera apoio firme a Cuba na defesa da segurança

Beijing, 5 fev (Prensa Latina) O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, destacou hoje o firme apoio a Cuba e a decisão do gigante asiático de permanecer ao lado da ilha na defesa da salvaguarda de sua soberania e segurança nacionais.

Wang Yi se reuniu aqui com o ministro das Relações Exteriores Bruno Rodríguez, enviado especial do Partido Comunista (PCC) e do governo cubano.

“Atualmente, a situação na América Latina está passando por mudanças complexas e profundas”, disse o chefe diplomático chinês, reafirmando a oposição resoluta de Beijing à “injusta interferência de forças externas nos assuntos de Cuba”.

Ele também enfatizou que a China se opõe firmemente a qualquer privação do direito do povo cubano à autodeterminação e ao desenvolvimento.

Wang Yi disse que o gigante asiático é um defensor da justiça como parte da diplomacia chinesa.

“Damos grande importância e levamos muito a sério as legítimas aspirações dos nossos amigos cubanos. Continuamos unidos a Cuba para continuar consolidando e desenvolvendo nossas relações de amizade”, afirmou.

Wang Yi exaltou a luta tenaz e a coragem do povo cubano em seu desafio contra a opressão, bem como o respeito internacional conquistado pela ilha.

Por sua vez, o ministro das Relações Exteriores cubano destacou que a China socialista se consolida como um baluarte da paz e do multilateralismo e representa um fator de estabilidade, equilíbrio e oportunidade em nível global.

Ele enfatizou que este país asiático “é uma esperança para o Sul Global, em particular para a América Latina e o Caribe, como um grande país aberto e inclusivo que tem a vontade de compartilhar as oportunidades que seu extraordinário desenvolvimento oferece”.

Rodríguez destacou a honra que representa para Cuba ser o primeiro país do hemisfério ocidental a estabelecer laços com a China e também o primeiro a estabelecer uma comunidade de futuro compartilhado na ordem bilateral.

Ele também destacou que os consensos de alto nível são o eixo estratégico fundamental para o desenvolvimento das relações bilaterais, que permitiram “um reforço da comunicação estratégica, uma orientação política e um impulso notável à agenda bilateral e à busca de soluções conjuntas e viáveis”.

npg/idm/bm

RELACIONADAS

Edicão Portuguesa