Haddadi expressou isso em sua conta na rede social X, após se reunir na véspera com os embaixadores cubanos na UA, Lucas Domingo Hernández, e na Etiópia, Meylín Suárez Álvarez, na sede da organização continental.
“Nosso intercâmbio enriquecedor e progressista reafirmou os laços históricos entre a África e Cuba e explorou caminhos concretos para aprofundar a cooperação em saúde, educação, ciência e inovação, cultura e diplomacia multilateral para o benefício comum de nossos povos”, destacou a publicação.
De acordo com informações enviadas pela Embaixada cubana à Prensa Latina, o encontro reafirmou o excelente estado das relações entre Cuba e África, bem como a vontade mútua de continuar aprofundando a cooperação e o diálogo político.
A vice-presidente da Comissão ratificou sua confiança e solidariedade com Havana e destacou o valor histórico e atual dos laços entre a ilha caribenha e o continente africano.
Ele reconheceu a contribuição contínua de Cuba para o desenvolvimento da África, especialmente em setores-chave como saúde, educação e formação de recursos humanos. Além disso, exaltou o país como exemplo de resistência, dignidade e defesa de sua soberania, diante de prolongadas pressões externas.
Por sua vez, Hernández expressou o profundo agradecimento do Governo e do povo de Cuba pelo apoio firme e constante de África em cenários multilaterais e bilaterais, em particular na luta contra o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos.
Informou sobre o novo cerco econômico aplicado por Washington, bem como as repetidas ameaças de seu atual governo e a renovada escalada da política agressiva que afeta diretamente o bem-estar do povo cubano.
Reiterou a vontade de Cuba de continuar fortalecendo as relações com a União Africana e seus Estados-membros, com o interesse de ampliar a cooperação em áreas de interesse comum, promover o intercâmbio de experiências e consolidar uma agenda compartilhada em defesa da paz, do desenvolvimento sustentável e da justiça social.
Ambas as partes concordaram com a importância de estreitar ainda mais os laços históricos de amizade e solidariedade entre Cuba e África, baseados no respeito mútuo, na cooperação genuína e na memória compartilhada da luta pela independência e autodeterminação dos povos.
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