Sábado, Fevereiro 28, 2026
NOTÍCIA

Rússia exige libertação imediata do presidente da Venezuela

Moscou, 3 fev (Prensa Latina) Amigos solidários exigiram hoje aqui a libertação imediata do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores, ao completar um mês de seu sequestro pelos Estados Unidos.

Em frente à sede da Embaixada da República Bolivariana da Venezuela em Moscou, representantes de partidos políticos, grupos solidários e entidades governamentais se reuniram para condenar a agressão de Washington contra alvos civis e militares em Caracas e em outros três estados da nação sul-americana.

Ao discursar perante os presentes na concentração, o embaixador venezuelano junto ao gigante euroasiático, Jesús Salazar, afirmou que os Estados Unidos utilizaram mentiras para atacar seu país e sequestrar maduro, em flagrante violação da Carta das Nações Unidas e do direito internacional.

Hoje, queridos amigos, já não se veem bombardeamentos de barcos de narcotraficantes nas Caraíbas, já não se ouve falar do Cartel dos Sóis, já não se ouve falar de cartéis de narcotráfico.

A hipocrisia imperial foi desmascarada ao acusar a Venezuela de forma infundada de crimes que nunca foram cometidos em nosso país e, acima de tudo, contra uma pessoa decente”, enfatizou o diplomata caribenho.

Salazar aproveitou o palco para homenagear os soldados e o povo venezuelanos, bem como os combatentes cubanos que deram suas vidas para proteger a integridade e a soberania do território bolivariano. O chefe da missão diplomática venezuelana advertiu ainda que “hoje os americanos concentram seu poderio militar para ameaçar Cuba e os países do Caribe”.

Hoje, queridos amigos, já não se veem bombardeamentos de barcos de narcotraficantes no Caribe, já não se ouve falar do Cartel dos Sóis, já não se ouve falar de cartéis de narcotráfico.

A hipocrisia imperial foi desmascarada ao acusar a Venezuela de forma infundada de crimes que nunca foram cometidos em nosso país e, acima de tudo, contra uma pessoa decente”, enfatizou o diplomata caribenho.

Salazar aproveitou o palco para homenagear os soldados e o povo venezuelanos, bem como os combatentes cubanos que deram suas vidas para proteger a integridade e a soberania do território bolivariano. O chefe da missão diplomática venezuelana advertiu ainda que “hoje os americanos concentram seu poderio militar para ameaçar Cuba e os países do Caribe”.

Diante desse contexto, ele instou as representantes da diplomacia internacional a aplicarem medidas significativas para exigir o cumprimento da Carta da ONU e o respeito à integridade e soberania dos países sitiados pela Casa Branca.

Na manifestação, os militantes do Partido Comunista da Rússia classificaram como “grave agressão militar” o que aconteceu no dia 3 de janeiro no território do Libertador Simón Bolívar, ao mesmo tempo em que alertaram que o objetivo dos ataques não era outro senão se apoderar dos recursos estratégicos da Venezuela, em particular seu petróleo e minerais, tentando quebrar à força a independência política da nação.

Da mesma forma, condenaram o bloqueio petrolífero que a Casa Branca impôs recentemente a Cuba, como mecanismo para sufocar e subjugar o povo e o governo cubanos.

Nesse sentido, eles enfatizaram que a Rússia e seus cidadãos continuarão apoiando os povos livres do mundo, especialmente os de Cuba e Venezuela.

mem/odf/bm

RELACIONADAS

Edicão Portuguesa