Após anos sem alcançar os resultados esperados nas operações de navios que revitalizariam o porto e o canal seco que o conecta a Honduras, o cais experimentou um salto significativo em 2025. Após a assinatura de um acordo de operação e investimento com a empresa turca Yilport Holding Inc., envolvendo um investimento de US$ 1,615 bilhão para modernizar Acajutla e ativar La Unión, ambos os terminais foram revitalizados.
A joint venture com a estatal Comissão Executiva de Portos (CEPA) concederá à entidade turca um contrato de concessão de 50 anos, como parte da fase 3 do plano econômico do governo chamado “Logística”. O progresso é inegável, e o Porto de La Unión recebeu mais de 75 navios em 2025, quatro vezes mais do que os 16 recebidos em 2024.
Entre as embarcações, havia navios cargueiros destinados não apenas a El Salvador, mas também a Honduras e outros países da América Central, que também receberam carregamentos de fertilizantes.
Nos últimos dias, um navio chegou ao Porto de La Unión transportando 21 mil toneladas de cimento da República Popular da China, país que atualmente constrói um estádio nacional com capacidade para quase 50.000 pessoas, que poderá ser considerado o mais moderno das Américas.
O Prosperity 105, um navio graneleiro navegando sob a bandeira de São Tomé e Príncipe, tem 115,33 metros de comprimento e 19,6 metros de largura. Ele trouxe carga geral da China.
“La Unión se tornou um polo para carros novos, não apenas para El Salvador, mas também para Honduras e Nicarágua.” “E já estamos lidando com carga solta”, assegurou Federico Anliker, presidente da CEPA.
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