Em comunicados separados divulgados nesta quarta-feira, a organização de solidariedade a Cuba e a Associação de Cubanos Residentes em Honduras condenaram o “ato terrorista” perpetrado no último sábado contra a República Bolivariana pelo governo do presidente Donald Trump.
Para a primeira organização, o ataque ordenado por Trump, que incluiu o sequestro do presidente constitucional da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores, é uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas e do direito internacional.
Ele expressou sua profunda tristeza “pela perda de 32 vidas preciosas de cubanos, que cumpriam missões representando as Forças Armadas Revolucionárias e o Ministério do Interior de Cuba, bem como civis e militares venezuelanos”.
A Associação de Amizade conclamou a todos a erguerem suas vozes contra “a besta sanguinária em que o Presidente dos Estados Unidos se transformou. É hora de luta anti-imperialista”, enfatizou.
“É hora de prestar contas e marcharmos juntos, e devemos caminhar em formação cerrada como a prata nas raízes dos Andes”, ressaltou o grupo, parafraseando o herói da independência cubana, José Martí.
Da mesma forma, cubanos residentes em Honduras prestaram homenagem a seus compatriotas massacrados pelas forças especiais americanas durante a traiçoeira intervenção militar naquele país sul-americano.
“Estendemos nossas mais profundas condolências às famílias dos falecidos, bem como a seus camaradas de armas e ao povo cubano nestes momentos de luto nacional”, declararam em um comunicado.
“Estendemos nossas mais profundas condolências às famílias dos falecidos, bem como a seus camaradas de armas e ao povo cubano nestes momentos de luto nacional”, afirmaram em um comunicado. O texto reafirmou a solidariedade inabalável aos povos de Cuba e da Venezuela e instou os governos do mundo e as organizações regionais e internacionais a condenarem a atual escalada de violência promovida pelos Estados Unidos.
“Que a memória dos combatentes cubanos caídos nos inspire a continuar a luta por um mundo mais justo, soberano e compassivo”, concluiu a declaração.
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