O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, afirmou que a Venezuela é um Estado soberano com direitos plenos e permanentes sobre seus recursos naturais e atividades econômicas, e descreveu a ação militar dos EUA como um ato de intimidação.
Mao Ning afirmou que as exigências de Washington para priorizar o princípio “América Primeiro” na gestão do petróleo venezuelano violam o direito internacional.
Segundo o porta-voz, essas ações infringem a soberania do gigante sul-americano e prejudicam os direitos legítimos de sua população.
Beijing expressou forte condenação a essas ações e enfatizou que os direitos e interesses legítimos da China e de outros países na Venezuela devem ser protegidos.
Mao Ning indicou que Beijing continuará a fortalecer a cooperação e o apoio mútuo com os países da América Latina e do Caribe. A porta-voz afirmou que a divisão em esferas de influência e o confronto geopolítico não geram maior segurança nem trazem paz ao mundo.
Nesse sentido, ela enfatizou que a segurança comum e cooperativa é o único caminho sustentável para a estabilidade internacional.
Mao Ning reiterou que a cooperação entre a China e a Venezuela se baseia nas relações entre dois Estados soberanos e é protegida pelo direito internacional e pela legislação pertinente.
O Ministério das Relações Exteriores tem afirmado repetidamente que Beijing mantém relações amistosas e cooperativas com os países da América Latina e do Caribe e continuará a apoiar, independentemente do contexto internacional, a defesa da soberania, segurança e integridade territorial da região.
O gigante asiático condenou repetidamente o ataque militar de Washington a Caracas e o sequestro do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, defendendo sua libertação imediata.
Trump afirmou recentemente que os Estados Unidos receberão entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo venezuelano e que Washington ficará responsável pelos recursos daquela nação bolivariana.
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