Terça-feira, Maio 19, 2026
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Sujo triunfa como Melhor Filme no Prêmio Ariel do México

Cidade do México, 21 de setembro (Prensa Latina) O filme Sujo ganhou o prêmio de Melhor Filme na 67ª edição do Prêmio Ariel, uma cerimônia para celebrar a vitalidade do cinema feito hoje no México.

O filme sobre um jovem que luta para não seguir o destino de seu pai, um assassino profissional, também ganhou os prêmios de Melhor Direção para as realizadoras Astrid Rondero e Fernanda Valadez, e de Melhor Atuação Feminina Coadjuvante para Yadira Pérez.

A Academia Mexicana de Artes e Ciências Cinematográficas também premiou ontem à noite Pedro Páramo nas categorias de Melhor Atuação Masculina (Héctor Kotsifakis), Figurino (Anna Terrazas) e Maquiagem (Lucy Betancourt).

Essa adaptação da obra homônima escrita por Juan Rulfo também se destacou em Melhor Fotografia (Rodrigo Prieto e Nicolás Aguilar), Design de Arte (Carlos Y. Jacques e Eugenio Caballero), Efeitos Visuais (Marco Maldonado) e Efeitos Especiais (Alejandro Vázquez).

O prêmio de Melhor Ópera Prima foi para No nos moverán, do diretor Pierre Saint-Martin, que também conquistou estatuetas nas categorias de Roteiro Original (Pierre Saint-Martin e Iker Campean), Revelação Atoral (José Alberto Patiño) e Melhor Atriz (Luisa Huertas).

Entre os vencedores também estava La cocina, com o prêmio de Melhor Ator (Raúl Briones), Roteiro Adaptado (Alonso Ruizpalacios), Edição (Yibrán Asuad), Som (Javier Umpierrez, Isabel Muñoz, Michelle Couttolenc e Jaime Baksht) e Música Original (Tomás Barreiro).

Durante a gala, realizada em Puerto Vallarta, Jalisco, o prêmio de Melhor Longa-Metragem Documentário foi para a produção Tratado de invisibilidad, da diretora Luciana Kaplan, e o Ariel de Melhor Curta-Metragem de Ficção foi para La Cascada, de Pablo Delgado.

Anónima inmensidad, de Paulina del Paso, foi eleito Melhor Curta-Metragem Documental, enquanto Uma y Haggen Princesa y Vikingo, de Benito Fernández, e Fulgores, de Andrés Palma, foram eleitos Melhor Longa-Metragem e Melhor Curta-Metragem de Animação, respectivamente.

O prêmio de Melhor Filme Ibero-Americano foi para o filme argentino El Jockey.

Na cerimônia, a atriz, diretora e produtora de cinema, teatro e televisão Patricia Reyes recebeu o Ariel de Ouro por meio século de carreira, enquanto o diretor Guillermo del Toro recebeu o prêmio de Mérito Cinematográfico Internacional.

A noite de sábado teve momentos de denúncias políticas, como a feita contra a ofensiva israelense na Faixa de Gaza, bem como a rejeição às batidas policiais contra migrantes nos Estados Unidos.

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