De acordo com a publicação, em termos de resistência e permeabilidade à água, eles não são inferiores aos seus análogos sintéticos e são capazes de resolver um dos problemas ambientais mais urgentes: a poluição por polímeros.
O novo filme biodegradável é baseado em dois componentes naturais: amido de batata e quitosana.
Como se sabe, quando expostas ao calor, as suspensões aquosas de amido se transformam em uma pasta; os grânulos incham e endurecem, mas, ao mesmo tempo, mantêm sua estrutura cristalina. Isso torna o amido uma excelente base para a produção de filmes.
A quitosana, um polímero natural derivado da quitina, conhecido por suas propriedades antimicrobianas e antioxidantes exclusivas, já é usada no desenvolvimento de filmes alimentícios para embalagens de frutas e vegetais.
Esse aminopolissacarídeo é isolado da quitina, que faz parte da carapaça de crustáceos e é encontrada em fungos. Os pesquisadores da UEUS realizaram um estudo para obter a proporção ideal de componentes dos novos ecopellets.
Eles estudaram a taxa de decomposição dos materiais obtidos e sua durabilidade sob estresse e impacto. Os filmes foram então mantidos em água em diferentes temperaturas, de várias horas a três dias.
Além das características de resistência e das propriedades de barreira, os cientistas também estavam interessados na biossegurança da nova embalagem, de modo que avaliaram a migração de substâncias do filme para os mímicos no sistema alimentar.
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