Em um comunicado, o corpo militar indicou que os navios haviam desativado seus sistemas de rastreamento e tentaram atravessar uma rota alternativa ao sul do estreito, onde ocorreram os incidentes.
Segundo o comunicado, as explosões causaram incêndios nos petroleiros, embora não tenham sido fornecidos detalhes sobre possíveis vítimas, danos materiais ou a identidade das embarcações.
A Guarda Revolucionária atribuiu os fatos a uma suposta instrução do exército norte-americano para que os navios utilizassem essa rota alternativa.
Até o momento, o comunicado iraniano não foi acompanhado de informações independentes que confirmassem as circunstâncias dos incidentes nem a versão sobre a presença de minas na área.
O anúncio ocorre em meio às tensões entre Teerã e Washington quanto à segurança da navegação no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e gás.
O conflito entre o Irã, os Estados Unidos e Israel teve início em 28 de fevereiro de 2026 com ataques contra território iraniano, seguidos por um cessar-fogo em abril. Os confrontos foram retomados em julho, em um contexto de impasse nas negociações diplomáticas.
Em 18 de junho, Washington e Teerã assinaram um memorando de entendimento sobre a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz, cuja aplicação ficou paralisada devido a divergências relacionadas às condições de segurança nessa rota marítima.
oda/mche/bm





