Washington, 3 nov (Prensa Latina) Com índices de popularidade em baixa, o presidente Donald Trump e o Partido Republicano podem sofrer, hoje, uma derrota expressiva nas eleições de meio de mandato que ocorrem nos Estados Unidos.
Há quem diga que a perda do controle do Congresso pelos republicanos, decorrente do mau desempenho de seus candidatos, deixaria o capital político do presidente gravemente abalado. Na reta final da campanha, ele realizou pelo menos 28 comícios em apoio aos candidatos de seu partido.
Trump, que também promoveu uma série de eventos virtuais, visitou redutos republicanos como Ohio, Texas, Iowa, Kansas e até o Alasca, em um esforço para manter esses estados firmemente alinhados ao campo republicano.
Além disso, esteve em outros estados de forte tendência republicana, como Mississippi e Carolina do Sul, onde a disputa eleitoral desta terça-feira se mostrou mais acirrada do que o esperado.
Embora Trump tenha afirmado que seus comícios serviram como um “fôlego extra” tanto para os ocupantes de cargos que buscam a reeleição quanto para os candidatos republicanos nesses estados, as pesquisas de opinião apontam um cenário diferente.
Segundo um levantamento do jornal The New York Times/Siena, divulgado na véspera do pleito, os democratas aparecem à frente nas disputas para o Senado em Ohio, Texas, Iowa, Kansas e Alasca.
Na tentativa de garantir a vitória de seu partido, Trump chegou a oferecer, durante semanas, um incentivo de cinco mil dólares a cada cidadão americano adulto, numa tentativa de persuadi-los, ou, na prática, comprar votos, a favor de sua legenda.
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