Sábado, Agosto 29, 2026
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Comunistas italianos celebrarão em Cuba o centenário de Fidel Castro

Roma, 31 jul (Prensa Latina) Uma delegação da Rede dos Comunistas da Itália visitará Cuba na primeira quinzena de agosto para participar de eventos em comemoração ao centenário do nascimento do Comandante-Chefe Fidel Castro, segundo informa hoje uma reportagem.

A delegação desse partido político será presidida pelo acadêmico Luciano Vasapollo, bem como por Giacomo Marchetti e Rita Martufi, dirigentes da referida organização, que participarão do I Colóquio Internacional “Fidel: legado e futuro”, a ser realizado de 10 a 13 de agosto no Palácio de Convenções, em Havana.

Esse encontro é organizado pelo Centro Fidel Castro Ruz em conjunto com outras instituições cubanas para comemorar o centenário do nascimento do líder histórico da Revolução cubana, aponta o texto, e destaca que contará com a presença de pesquisadores, historiadores, acadêmicos e líderes sociais de todo o mundo.

Nele, conforme indicado, será abordado o legado político e ideológico de Fidel, analisando sua contribuição como lutador revolucionário e estadista na história mundial, seu papel nos processos de emancipação, bem como sua postura contra o imperialismo, o neofascismo, o hegemonismo e o neocolonialismo, entre outros temas.

Uma análise publicada no site do jornal Il Faro di Roma, que aborda essa visita a Cuba dos dirigentes da Rede dos Comunistas, afirma que, com o recrudescimento do bloqueio contra essa nação, os Estados Unidos “tentam enfraquecer a perspectiva socialista e os caminhos rumo à autonomia política na América Latina”.

Essa viagem “ocorre em um contexto em que é necessário fortalecer as relações entre as organizações comunistas e anti-imperialistas em nível internacional”, afirmaram Vasapollo e Martufi em declarações àquele veículo de comunicação.

Essa missão a Cuba, conforme reafirmaram, “representa um momento de encontro com uma experiência política considerada central no panorama latino-americano e, ao mesmo tempo, uma oportunidade para relançar o debate sobre o papel do socialismo, a autodeterminação dos povos e a solidariedade internacional”, acrescenta a fonte.

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