Terça-feira, Maio 19, 2026
NOTÍCIA

Intelectuais Dominicanos Alertam para Tentativa de ‘Estrangular’ Cuba

Santo Domingo, 24 de fevereiro (Prensa Latina) Sob o título "Estrangular Cuba", os intelectuais dominicanos Juan Miguel, Amaury e Amín Pérez publicaram hoje um artigo no Listín Diario afirmando que "nunca na história universal uma potência imperial sitiou um pequeno país a ponto de buscar sua morte", aludindo aos Estados Unidos.

“Isso está acontecendo hoje diante dos olhos do mundo, inclusive dos de seus vizinhos. Dos mesmos perpetradores do genocídio em Gaza vêm os preparativos para bloquear Cuba até que ela não possa mais respirar”, alertam os três acadêmicos, filhos do renomado revolucionário e jornalista Raúl Pérez Peña (Bacho).

“Estamos vivendo um momento político criminoso nas relações internacionais. A ordem multilateral foi demolida, levando consigo o direito internacional e a ideia de soberania”, afirmam.

“Estamos vivendo um momento político criminoso nas relações internacionais. A ordem multilateral foi demolida, levando consigo o direito internacional e a ideia de soberania”, sustentam. “Estamos vivendo um período de depravação política nas relações internacionais. A ordem multilateral foi demolida, levando consigo o direito internacional e a própria ideia de soberania”, afirmam. “Agora, tudo o que resta é a brutalidade de alguns jovens loiros brincando de Velho Oeste contra o resto do mundo”, publicaram na página de opinião do jornal de circulação nacional.

Observaram que “o medo é tão grande que o Ministério das Relações Exteriores da República Dominicana sequer se atreve a emitir uma declaração humanitária”.

“A mídia e os remanescentes do mundo intelectual, enquanto o genocídio mais planejado da história moderna começa, preferem falar da obsolescência da Revolução Cubana; do estuprador em ato de estupro, mas optam por focar na jovem e suas minissaias”, declararam.

Ressaltaram que, enquanto isso, a população infantil, hospitalar e idosa cubana sofre diretamente com o bloqueio naval e financeiro que a ilha enfrenta.

“Em meio a tudo isso, Cuba continua resistindo, inclusive à insensibilidade e à subserviência dos governos da região”, declararam Juan Miguel, Amaury e Amín Pérez.

jha/mpv/glmv

RELACIONADAS

Edicão Portuguesa