Um dos congressistas que condenou a intensificação das políticas punitivas foi o senador do partido Comunes, Omar Restrepo, que afirmou que a humanidade deve se mobilizar contra o cerco unilateral.
“Este ato de genocídio é inaceitável e não pode ser ignorado por nenhum democrata do mundo. A política criminosa causou sofrimento a milhões de cubanos, limitando o acesso a medicamentos, alimentos e tecnologia, e afetando a saúde, a educação, a economia e o desenvolvimento dos habitantes”, exclamou em sua conta na rede social X.
Ele também destacou que a maior das Antilhas foi capaz de se tornar uma referência em saúde pública, pesquisa científica, pediatria e reabilitação, colocando-se a serviço da humanidade, apesar de seus recursos limitados devido a um bloqueio que ele classificou como selvagem.
Este bloqueio, insistiu, “é um ato calculado para matar lentamente de fome uma sociedade que não quis continuar sendo colônia e escrava do império norte-americano”.
Ele acrescentou que “é hora de os organismos constituídos para defender a vida e os direitos humanos se mobilizarem, condenarem e frearem esse crime contra a humanidade”.
A senadora Gloria Flórez também comentou em suas redes sociais que os colombianos têm uma profunda dívida de gratidão com o povo cubano por sua contribuição à construção da paz na nação neogranadina.
“Nossa resposta deve se traduzir em solidariedade ativa, compromisso firme e ações concretas”, afirmou.
Ele afirmou que, por ser dedicado à Colômbia o Festival do Caribe, evento que se celebra todos os meses de julho na região oriental de Cuba, seu país tem a responsabilidade de “contribuir de forma decidida para sua realização e fortalecer, por meio do turismo e do intercâmbio cultural, nosso apoio à ilha”.
“Queremos que, como País da Beleza, estejamos presentes de 3 a 9 de julho em Santiago de Cuba, como uma valiosa oportunidade para reafirmar a irmandade e a integração latino-americana e caribenha”, referiu.
A representante da Câmara, María Fernanda Carrascal, também lamentou os efeitos do bloqueio sobre a população e destacou a formação de uma frota para levar ajuda à nação antilhana.
“Em toda a América, aprendemos que as sanções não punem os governos, mas sim as famílias. Quando um dos nossos países irmãos é privado de combustíveis, medicamentos ou alimentos, a solidariedade torna-se um dever”, afirmou.
Ele acrescentou ainda que a postura solidária com Cuba não tem a ver com ser a favor ou contra um governo, “mas com um mínimo senso de humanidade, de se opor a um genocídio aos poucos”.
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