Os graduados de Havana (etíopes-cubanos) destacaram mais uma vez os laços que os unem à nação caribenha que não só os formou profissionalmente, mas também os preparou como homens e mulheres de bem, com valores para a vida.
Eles lembraram que Cuba lhes ofereceu o que tinha, não o que lhe restava, e neste momento em que o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, reforça sua política unilateral e extraterritorial, é necessário levantar vozes de denúncia e não abandonar sua segunda pátria.
O presidente da Associação, Abebe Ayelew, afirmou que se tratava de algo mais do que um movimento político; era um movimento humanitário pelo povo cubano e pelo resto do mundo. Ele enfatizou que nenhum país pode se sustentar sem recursos econômicos e energéticos, nem sem a capacidade de importar bens ou manter relações com outras nações.
Ayelew expressou gratidão pelo apoio do governo mexicano e da presidente Claudia Sheinbaum, com vários carregamentos de ajuda humanitária, e, em sua opinião, todos deveríamos ser como Claudia para ajudar Havana.
Ele reiterou que o bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba é desumano e inaceitável, e que eles sempre estarão ao lado do povo caribenho.
A embaixadora cubana na Etiópia, Meylin Suarez, afirmou que “somos um país de paz e que nenhuma ação contra essa estabilidade é realizada em nosso território”.
Suárez expressou gratidão pela ajuda enviada de várias partes do mundo para apoiar a ilha caribenha como uma demonstração de rejeição à ordem executiva emitida por Trump em janeiro passado e suas consequências, que promovem genocídio e sufocamento contra a população civil.
Ela também expressou sua gratidão pela solidariedade do governo mexicano, que fortalece os laços de amizade de longa data entre as duas nações.
mem/nmr/hb





