Pelo contrário, enfatizou o chefe de Estado, “estamos assinando o acordo para uma nova prisão (a ser construída pelo Ministério da Defesa), a segunda, porque a de Masagua, no departamento de Escuintla, também está em andamento”.
Trata-se de prisões que serão equipadas para detentos de alta segurança, e ajustes estão em andamento em diversos centros penitenciários por todo o país, como no caso de Renovación I, observou o candidato do partido Movimiento Semilla.
Ali, foram estabelecidas condições para garantir que os detentos fiquem efetivamente isolados do mundo exterior e em condições de segurança que impeçam sua fuga, explicou o político de 67 anos.
Portanto, não se fala em uma possível transferência para El Salvador, afirmou o ex-diplomata e ex-deputado do Palácio Nacional da Cultura, sede do Poder Executivo.
Antes das declarações de Arévalo, o chefe do Exército, Henry Sáenz, comentou que iria ao Ministério do Interior para assinar o acordo que dará início oficial à construção da prisão em Petén. Após a aprovação do orçamento nacional, já temos os recursos necessários e lançaremos a pedra fundamental em 1º de abril, anunciou a Divisão Geral.
A construção, supervisionada pelo Corpo de Engenheiros do Exército, visa criar infraestrutura que limite as comunicações ilícitas e reforce o isolamento de líderes de organizações criminosas, conforme revelado há alguns dias.
Após três rebeliões em presídios no sábado, 17 de janeiro, e no domingo, 18 de janeiro, o Ministro do Interior, Marco Antonio Villeda, explicou que essas instalações (24 no total) representam uma “bomba-relógio permanente” devido à superlotação de 340%.
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