O projeto, denominado Centro BRICS para Habilidades Industriais (BCIC), é fruto da cooperação entre o Departamento de Indústria e Promoção do Comércio Interno (DPIIT) e a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI), segundo o Ministério do Comércio e Indústria.
Um Acordo de Fundo Fiduciário foi assinado pelo Conselheiro Econômico do DPIIT, Agrim Kaushal, e pelo Diretor da ONUDI, Cristiano Pasini, formalizando a participação da Índia no BCIC.
Para formalizar o projeto, a participação da Índia no BCIC foi oficializada com a assinatura de um Acordo de Fundo Fiduciário pelo Conselheiro Econômico do DPIIT, Agrim Kaushal, e pelo Diretor da ONUDI, Cristiano Pasini.
O Conselho Nacional de Produtividade (NPC), designado como Centro Indiano para Competências Industriais dos BRICS, contribuirá para o desenvolvimento de capacidades, o aumento da produtividade e a adoção de práticas avançadas de manufatura.
A Índia detém a presidência dos BRICS este ano, que reúne 11 grandes mercados emergentes e países em desenvolvimento: Brasil, China, Egito, Etiópia, Indonésia, Irã, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul, Emirados Árabes Unidos e, claro, a nação do sul da Ásia.
Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda, Uzbequistão e Vietnã juntaram-se à organização multigovernamental como países parceiros em 2025.
Em 13 de janeiro, Nova Déli apresentou o site e o logotipo de sua presidência dos BRICS deste ano, marcados por uma abordagem humanista sob o tema “Construindo Resiliência, Inovação, Cooperação e Sustentabilidade”.
Nesta ocasião, que marcou o primeiro evento organizado pelas autoridades indianas sobre a liderança do bloco representativo do Sul Global, o Ministro das Relações Exteriores, Subrahmanyan Jaishankar, afirmou que seu país está focado na cooperação para enfrentar desafios comuns de forma equilibrada e inclusiva.
Ele enfatizou que serão feitos esforços para fomentar o diálogo, a cooperação e soluções práticas, levando em consideração as prioridades nacionais e respondendo a questões complexas como incertezas geopolíticas, perspectivas econômicas, riscos climáticos, mudanças tecnológicas e disparidades de desenvolvimento.
O Ministro das Relações Exteriores observou que a Índia será guiada pelos objetivos de construção de resiliência para fortalecer capacidades em áreas como agricultura, saúde, redução de riscos de desastres, energia e cadeias de suprimentos, permitindo que os membros resistam a crises globais.
Ele também mencionou a promoção da inovação por meio da implantação de tecnologias novas e emergentes para enfrentar desafios socioeconômicos, particularmente aqueles enfrentados pelos países em desenvolvimento, através da cooperação com startups e pequenas e médias empresas (PMEs).
Além disso, o objetivo é fomentar a cooperação e a sustentabilidade promovendo ações climáticas, energia limpa e caminhos para o desenvolvimento sustentável.
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