Não pode existir uma criação à margem dessa conduta histórica, porque trairia o sentido da pátria, considerou o também escritor em entrevista exclusiva à Prensa Latina.
Esse caráter anti-imperialista vem da própria história da nação, opinou ele na sede da União de Escritores e Artistas de Cuba (UNEAC), onde aconteceu nesta sexta-feira o encontro Com as armas da razão e da arte, em repúdio à política hostil do governo dos Estados Unidos contra Cuba.
Para o também escritor cubano, o encontro, que reuniu criadores de diversas manifestações artísticas, é uma forma de estar junto ao povo, unidos. A ocasião foi propícia para fazer saber, “sobretudo aos Estados Unidos, com seus ares arrogantes e belicosos, que aqui há um povo pequeno, mas grande em história e valores”.
Foram numerosas as manifestações de apoio à nação antilhana após a assinatura de uma Ordem Executiva que declara uma emergência nacional e estabelece um processo para impor tarifas sobre bens de países que vendem ou fornecem petróleo a Cuba.
A medida adotada pela administração Trump gerou repulsa da comunidade internacional, com declarações da Rede de Intelectuais, Artistas e Movimentos Sociais em Defesa da Humanidade e da Uneac, entre outras organizações.
Além disso, destacam-se mensagens do intelectual cubano e presidente da Casa das Américas, Abel Prieto, e do teólogo brasileiro Frei Betto, entre outros.
Também de países como México, Brasil, Chile e Rússia, e de personalidades americanas amigas de Cuba.
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