O país somou mais um dia sem assassinatos atribuíveis às gangues, acumulando 18 no mês de janeiro, de acordo com um relatório matinal da Polícia Nacional Civil (PNC), reproduzido por meios de comunicação afins ao governo, como o jornal El Salvador.
O governo atribui esses resultados às medidas de segurança implementadas nos últimos anos, entre elas o Plano de Controle Territorial e o regime de exceção, sob os quais mais de 90 mil membros de gangues foram presos e agora estão em processo de condenação.
A questão da segurança no país é constante, seja para favorecer o boom do turismo, mostrar aos salvadorenhos que podem andar sem medo por qualquer lugar, incentivar investidores locais e estrangeiros a trabalhar aqui em um ambiente onde as gangues não são mais um obstáculo.
Nesta sexta-feira, foi noticiado que o país reduziu em mais de 50% os crimes de alto impacto, entre eles roubos e furtos.
Um comentário do jornal El Salvador precisou que, em 2025, os crimes de alta incidência ou impacto (furto, lesões, violação, extorsão, roubo de veículos, entre outros) diminuíram em comparação com 2024.
Segundo o ministro da Segurança, Gustavo Villatoro, “podemos dizer que os crimes de rua [de alto impacto] ou crimes violentos tiveram uma redução de mais de 50%, o que não é resultado de mágica, nem de uma solução no papel, nem de nenhum mágico, mas sim fruto do trabalho consciente que realizamos dia após dia”.
Um relatório do Gabinete de Segurança Ampliado mostrou que os crimes que apresentaram maior redução foram furto e roubo, com 60,41% e 59,05%, respectivamente.
O titular enfatizou crimes como extorsões e violações, que apresentaram uma redução de 6,02% e 24,59%, respectivamente.
Todos esses elementos podem impactar a situação do país, mas o que mais se vê é a tranquilidade da população, pois ainda não se percebe o impacto na economia, que até hoje é o principal desafio do governo.
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