Uma pesquisa de opinião realizada pelo instituto de pesquisa YouTrend para a rede de televisão Sky TG24 indica que, enquanto 50% dos entrevistados se manifestaram contra essa intervenção militar, apenas um terço expressou uma opinião favorável, mas grande parte deles “com reservas”.
Entre aqueles que rejeitaram a ação bélica dos Estados Unidos que levou ao sequestro do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores, com um alto custo em vidas humanas, incluindo 32 combatentes cubanos, 30% consideraram que se tratou de uma grave violação do direito internacional.
Significativamente, um quinto dos entrevistados classificou claramente esse ataque como “mais um ato de agressão imperialista” por parte do governo norte-americano, enquanto 15% se abstiveram de expressar sua posição em relação a esses fatos.
Após o ataque dos Estados Unidos contra a nação bolivariana, ocorrido na madrugada do último dia 3 de janeiro, dezenas de organizações políticas e sociais da Itália convocaram uma mobilização permanente contra essa agressão e expressaram a importância de estender os protestos a nível nacional.
Como parte dessas ações, no último dia 10 de janeiro, centenas de milhares de pessoas marcharam em 30 cidades da Itália, com uma concentração nacional em Roma, onde a manifestação massiva percorreu várias das principais avenidas do centro da capital italiana, até a sede da Embaixada dos Estados Unidos.
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