A mensagem transmitiu felicitações ao povo da nação caribenha e ao governo cubano, e destacou a resiliência do povo cubano, que demonstrou “um grande sentido de dignidade perante as vicissitudes do seu dia a dia na defesa da soberania de Cuba e do seu direito à liberdade de escolher o seu próprio destino”.
O chefe de Estado sublinhou o interesse de Angola em aprofundar os laços de cooperação e amizade existentes entre os dois povos, “confiante de que alcançaremos resultados que projetarão o progresso de Angola e de Cuba”, afirmou o presidente. A mensagem concluiu com votos de bem-estar, saúde e prosperidade para o povo cubano.
Em 1º de janeiro de 1959, a revolução liderada por Fidel Castro conseguiu derrubar a tirania de Fulgencio Batista, que havia tomado o poder em um golpe de Estado em 1952.
A partir dessa data, a nação caribenha embarcou em um processo de profundas transformações políticas e sociais que permitiram à ilha erradicar o analfabetismo e alcançar melhorias em indicadores relacionados à saúde e ao bem-estar de sua população.
No entanto, medidas como a reforma agrária e a nacionalização de empresas, bem como o caminho socialista escolhido por Cuba, não foram bem recebidas pelos Estados Unidos, que, desde a década de 1960, impõem um embargo econômico, comercial e financeiro que permanece em vigor até hoje.
Essa e outras medidas coercitivas aplicadas ao longo dos anos para forçar a mudança de regime causaram sérias dificuldades econômicas para o país e sofrimento para sua população, apesar da condenação da comunidade internacional.
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