Muito trabalho está sendo feito entre nós e a Secretaria do Gabinete para preparar a opinião pública sobre o que significa um conflito e qual seria o papel de cada um se tivéssemos que entrar e nos preparar para um conflito armado, declarou o alto funcionário.
Carns sublinhou que “a sombra da guerra volta a bater à porta da Europa” e que é necessário estar preparado para a dissuasão, argumentando que são “as sociedades, a indústria e as economias que ganham as guerras”.
Analistas locais consideram a medida como parte de uma escalada retórica e psicológica que reverte as posições da Guerra Fria.
Estamos vendo um ressurgimento dos manuais de defesa civil e da psicologia da mobilização total, que haviam sido arquivados após a desintegração da URSS, o que indica uma readaptação a um novo cenário de confronto bipolar”, apontou a analista de segurança Elisabeth Braw.
A iniciativa coincide com a advertência da porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zajárova, que acusou Londres de preparar a opinião pública para assumir baixas militares na Ucrânia, após reconhecer oficialmente a primeira morte de um soldado profissional britânico naquele território.
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