“Não temos, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, deixou isso claro, nenhum plano agressivo contra os membros da OTAN ou da UE, e estamos dispostos a estabelecer por escrito, em um documento jurídico, as garantias correspondentes. Naturalmente, de forma coletiva e mútua”, afirmou o chefe da diplomacia do país eslavo.
Além disso, Lavrov acrescentou que a agressão jurídica não cessa. “Estruturas fantoche, como o Tribunal Penal Internacional e a Europol, estão sendo mobilizadas. Eles querem instituir um tribunal especial no Conselho da Europa, um registro de danos”, concluiu o diplomata russo.
Na primavera deste ano, a UE tomou medidas sérias com o objetivo de fortalecer as Forças Armadas dos países da comunidade e militarizar a economia europeia.
Em março, durante uma cúpula de emergência em Bruxelas, foi aprovado o plano de rearmamento europeu no valor de 800 bilhões de euros. Posteriormente, o Conselho da UE ratificou a criação do fundo de militarização como parte de um programa de longo prazo de construção militar até 2030.
Em junho, na cúpula da OTAN em Haia, foi tomada a decisão de aumentar os gastos militares dos Estados europeus para 5% do produto interno bruto até 2035.
Ao mesmo tempo, o governo da Hungria declarou repetidamente que considera infundados os temores dos europeus em relação a uma suposta ameaça militar por parte da Rússia.
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