Durante um encontro com o embaixador chinês no Irã, Zhong Peiwu, Rezaei sustentou que Washington deve pôr fim à guerra contra seu país, liberar os ativos iranianos congelados e contribuir para o fim dos conflitos na região, em particular no Líbano e em Gaza, informou a agência oficial IRNA.
O funcionário destacou que outras exigências iranianas foram transmitidas aos Estados Unidos por meio de intermediários e precisou que qualquer eventual acordo entre Teerã e Omã sobre o trânsito pelo Estreito de Ormuz deverá ser analisado independentemente do fechamento do estreito.
Por sua vez, o diplomata chinês manifestou a oposição de Pequim aos ataques militares contra o Irã e reiterou o apoio de seu país ao fortalecimento das relações entre os Estados da Ásia Ocidental e as nações árabes do Golfo.
As tensões regionais persistem desde o início, no final de fevereiro, do conflito entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã, sem que, até o momento, Teerã e Washington tenham chegado a um acordo definitivo para pôr fim às hostilidades.
O fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o transporte mundial de hidrocarbonetos, também causa fortes repercussões nas cadeias internacionais de abastecimento energético.
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