Repudiamos as ameaças imperialistas a esse país caribenho, destacou Aura Lily Escobar, em declarações à Prensa Latina em nome da entidade, para quem a base dessas ações está no princípio internacionalista.
São mais de 60 anos de um genocídio silencioso, infligido ao povo antilhano por meio das medidas coercitivas norte-americanas, que não podemos chamar de sanções, destacou ela.
Sobre o evento político, artístico e cultural denominado “Con Cuba en la piel”, realizado no último sábado, dia 8, ela explicou que uniram forças e vontades para celebrar o centenário do nascimento do líder revolucionário Fidel Castro.
“Porque, para nós, sua figura e seu pensamento sempre constituíram um guia extraordinário de consciência e humanismo”, ressaltou.
Aproveitamos para prestar uma profunda homenagem às brigadas médicas cubanas, sobretudo àquela que prestou serviços por quase 28 anos ininterruptos neste país, afirmou Escobar.
Fizemos isso em reconhecimento e agradecimento pelas vidas salvas, pelo profissionalismo e pela sensibilidade demonstrados, acrescentou.
Compartilhamos elementos fundamentais da cultura da ilha, como pratos deliciosos que preparamos com todo carinho (fricassé com congris), e também a música, descreveu.
Colocamos cartazes ou faixas com citações de Fidel, acrescentou. Antes, nos propusemos a arrecadar fundos para a aquisição de suprimentos ou painéis solares em apoio à ilha, comentou.
Este foi o quarto evento de reciprocidade e estamos planejando outros, adiantou Escobar.
Na casa cultural Q’anil, na capital, o embaixador da maior ilha do Caribe neste país, Nazario Fernández, afirmou que relembrar uma das figuras mais marcantes da história da América Latina não é um ato de nostalgia.
Trata-se de um compromisso com as causas pelas quais (o líder da Revolução Cubana) viveu e lutou durante toda a sua existência: a justiça social, a dignidade humana, o anti-imperialismo e a solidariedade entre os povos, enfatizou o diplomata.
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