De acordo com o ministro, foram programadas cerca de 8,6 gigawatts-hora por dia (GWh/dia) de exportações, quantidade que chega a cobrir mais de 8% da demanda dos equatorianos.
Ele também informou em sua conta na rede social X que a referida quantidade ocupará cerca de 78% da capacidade total das ligações internacionais com o país vizinho.
“Essa exportação atende às necessidades de segurança do sistema elétrico equatoriano. Nós a ativamos de forma responsável, garantindo, em primeiro lugar, a conservação da água de nossos reservatórios, uma decisão que protege a soberania e a segurança energética da Colômbia”, destacou Palma.
Ele acrescentou que também foram acionados os mecanismos para que possam ser celebrados contratos de exportação entre as empresas do setor elétrico de ambas as nações, uma decisão que, em 23 anos de transações, nenhum outro governo havia viabilizado.
O ministro afirmou que agora esperam que o país vizinho retribua com o mesmo espírito de reciprocidade, sem oportunismo político.
“Senhor presidente @DanielNoboaOk, deixamos as condições prontas para que a energia volte a cruzar a fronteira. Acreditamos na cooperação regional, na integração e no fato de que a energia deve unir nossos povos e estar sempre a serviço das pessoas. Por mais anúncios que o novo governo faça, sobre coisas que não podem ser feitas ou discursos grandiloquentes, o que precisava ser feito já foi feito por este governo”, escreveu.
mar/ifs/bm





