Embora o dado seja igual ao do período anterior, em termos interanuais isso representa um aumento de meio ponto percentual em relação a 2025, precisou o órgão.
Com esses resultados, o desemprego permanece no nível mais alto desde junho de 2021 e completou 42 meses consecutivos com uma taxa igual ou superior a 8%.
A entidade destacou em seu boletim que o número de pessoas desempregadas permanece acima da capacidade da economia de oferecer novos postos de trabalho.
Por gênero, as mulheres são as mais afetadas por esse problema, com uma taxa de desemprego de 10,4% durante o período analisado.
Os homens, por sua vez, registraram 8,7 pontos, com um aumento anual de 0,6 unidades.
Um motivo específico de preocupação diz respeito ao grupo daqueles que procuram emprego pela primeira vez.
Ontem foi publicado no Chile um estudo em que especialistas na área apontam que mais de 60 em cada 100 jovens relataram dificuldades para conseguir um emprego, pois lhes é exigida experiência profissional logo na primeira candidatura.
Por setor econômico, o INE indica que as maiores ofertas de emprego ocorreram nos serviços administrativos, seguidos pelos transportes e pelas atividades da área da saúde.
Já por categoria ocupacional, os mais beneficiados foram aqueles que exercem atividades por conta própria.
Por fim, a informalidade no mercado de trabalho subiu para 27%, com um aumento de um ponto em comparação com o mesmo trimestre de 2025, e com efeitos mais graves entre as mulheres (28,9) do que entre os homens (25,5).
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