A comissão reuniu-se nesta segunda-feira com o Ministro das Relações Exteriores, Mario Lubetkin, e o Ministro da Economia e Finanças para discutir os efeitos do acordo nos setores produtivos nacionais.
O projeto de lei foi posteriormente ratificado com os votos unânimes dos legisladores da Frente Ampla, do Partido Nacional e do Partido Colorado.
A proposta segue agora para o plenário do Senado, com o objetivo de aprová-la na quarta-feira na câmara alta e na quinta-feira na Câmara dos Deputados.
Os poderes executivo e legislativo do Uruguai desejam que o país seja o primeiro a ratificá-lo dentro do Mercosul.
A Argentina já aprovou o tratado na Câmara dos Deputados e o fará no Senado nos próximos dias. Brasil e Paraguai planejam fazer o mesmo em março.
Enquanto isso, a Comissão Europeia está considerando uma aplicação provisória do tratado após o Parlamento Europeu tê-lo encaminhado aos tribunais, o que poderia atrasar sua implementação.
O acordo estipula que a aplicação provisória pode ocorrer entre, de um lado, a União Europeia e, de outro, um ou mais Estados signatários do Mercosul, de acordo com seus respectivos procedimentos internos.
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