Em comunicado, o partido indicou que essa medida visa impedir o acesso a recursos energéticos essenciais, impactando diretamente a vida e as condições materiais do povo cubano.
Portanto, o MUP “expressa sua mais veemente rejeição à recente ordem executiva do governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, que autoriza a imposição de tarifas e sanções comerciais contra países que fornecem recursos energéticos a Cuba”.
Observou ainda que a medida dá continuidade a uma longa história de assédio, intervenção e bloqueio que os Estados Unidos mantêm contra Cuba há mais de seis décadas.
“O bloqueio econômico, comercial e financeiro, amplamente condenado pela comunidade internacional, teve consequências devastadoras para a vida do povo cubano, afetando seu acesso a alimentos, medicamentos, suprimentos médicos e recursos essenciais”, recorda.
Dessa forma, denuncia, Washington está violando abertamente o direito internacional e os direitos humanos.
“O MUP reafirma sua solidariedade incondicional com o povo cubano e seu direito de decidir livremente seu destino, sem interferência externa”, declara.
Afirma que a resistência de Cuba ao bloqueio e à agressão imperialista é um farol de dignidade para todos os povos da América Latina e do mundo que lutam por sua soberania e justiça social.
Portanto, convoca os povos e organizações da América Latina a confrontarem essa nova agressão imperialista e fortalecerem a solidariedade internacional com Cuba.
Propõe que a região exija que os governos da área rompam com todas as atitudes subservientes e submissas aos ataques de Trump e rejeitem as medidas coercitivas.
O documento também apela à América Latina para que defenda ativamente a soberania regional, adotando ações concretas de cooperação e apoio humanitário urgente a Cuba, sem condições políticas.
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