O bloco sub-regional, composto por 15 países, indicou em comunicado que a decisão foi tomada após a realização das eleições presidenciais no território, em dezembro passado, vencidas pelo ex-líder da Junta Militar Mamady Doumbouya, com 86,7% dos votos.
Após felicitar Doumbouya pela sua eleição, com a sua recente decisão, o organismo africano reintegra Conakry em todos os seus órgãos de decisão, com plenos direitos, referiu o documento.
Anteriormente, em fevereiro de 2024, a própria CEDEAO flexibilizou algumas das medidas impostas contra a Guiné, incluindo transações financeiras com os Estados-membros do órgão.
De acordo com o portal digital Media Guinée, a recente votação presidencial, na qual participaram 6,7 milhões de eleitores, foi realizada sob a égide de uma nova constituição aprovada em referendo no passado mês de setembro.
A nova Carta Magna, entre outros aspectos, revogou a proibição de líderes militares se candidatarem a cargos públicos e ampliou o mandato presidencial de cinco para sete anos.
De acordo com o Programa Mundial de Alimentos, na Guiné, apesar de suas imensas riquezas minerais, incluindo bauxita, mais de 50% dos seus 15 milhões de habitantes vivem na pobreza.
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