O desfile desta terça-feira ocorre no contexto do 173º aniversário do nascimento do apóstolo de Cuba e seu percurso vai da escadaria da Universidade de Havana até a Fragua Martiana, antigas pedreiras de San Lázaro, onde o adolescente Martí cumpriu pena por suas ideias independentistas.
Esta edição ganha novos significados por ser realizada no ano do centenário do nascimento do líder histórico da Revolução cubana, o Comandante em Chefe Fidel Castro, um dos principais protagonistas do primeiro desfile realizado à meia-noite de 27 de janeiro de 1953.
A primeira secretária da União dos Jovens Comunistas (UJC), Meyvis Estévez, no convite também pediu para prestar homenagem aos 32 combatentes cubanos, mortos durante a agressão perpetrada pelas forças dos Estados Unidos na Venezuela no último dia 3 de janeiro.
Por outro lado, o secretário de organização do Partido Comunista de Cuba, Roberto Morales, destacou na véspera que a marcha, sob o lema Antorcha Centenária Antimperialista (Tocha Centenária Anti-imperialista), constitui um apelo à ação e à reflexão sobre o legado de Martí, especialmente sua visão universalista expressa na frase “Pátria é humanidade”.
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