Por meio de um comunicado, a organização exortou a se posicionar contra o bloqueio econômico e as ameaças de intervenção militar no país por parte dos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que reafirmou o direito dos cubanos de decidir seu destino sem tutela.
Ser patriota fora das fronteiras nacionais é “não permitir que se justifique a agressão contra o seu próprio povo, não repetir narrativas fabricadas para legitimar o sofrimento e não ficar calado quando Cuba é atacada em nome de uma falsa liberdade”, afirmou a Accra.
Além do comunicado, a Associação lançou uma petição para que mais cubanos no exterior manifestem seu apoio à nação caribenha neste momento de perigo que ela vive.
“O povo cubano sempre lutou por seu direito inalienável à autodeterminação, soberania e paz. No entanto, essas aspirações estão ameaçadas por medidas que buscam punir coletivamente a população, afetando sua qualidade de vida e limitando suas oportunidades de crescimento e desenvolvimento”, precisa o documento.
Acrescenta que “nenhuma dificuldade interna justifica a intervenção externa nem a punição injusta de uma nação inteira”.
A Accra destacou que a pátria não se limita ao espaço geográfico e que a defesa da soberania não é concebida exclusivamente como militar, mas integral, “onde a diáspora patriótica cumpre funções políticas, econômicas, comunicacionais e morais”, afirmou.
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