Lubetkin reagiu à votação no Parlamento Europeu que enviou o texto do acordo comercial ao Tribunal de Justiça da União Europeia para que este se pronuncie sobre sua legalidade de acordo com as normas internas do bloco.
O ministro uruguaio afirmou que se tratava de “um revés”, mas negou que isso significasse “o congelamento ou a rescisão do acordo”.
Ele observou que a votação no Parlamento Europeu foi decidida por apenas 10 votos, o que evidencia as divergências e a resistência ao acordo assinado na capital paraguaia após 25 anos de negociações com o Mercosul.
Ele estimou que o Tribunal de Justiça da União Europeia poderá levar “entre 18 e 24 meses” para emitir uma decisão.
Lubetkin reagiu à votação, a este respeito, ele lembrou uma situação semelhante quando a UE assinou acordos com o Canadá e Singapura. Em ambos os casos, o tribunal decidiu a favor da continuidade dos tratados.
“Esperamos que o mesmo aconteça aqui”, comentou o Ministro dos Negócios Estrangeiros, que manteve a decisão de “seguir em frente” com o tratado.
“Estes contratempos devem dar-nos mais força para garantir que o Uruguai seja o primeiro a ratificar o acordo” (no Parlamento), afirmou o Ministro dos Negócios Estrangeiros, que defendeu um esforço mais proativo para persuadir os parlamentares europeus.
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