No início de dezembro, a Secretária do Trabalho, Marath Bolaños, anunciou que o valor subirá de 278,80 pesos (US$ 15,26) para 315,04 pesos (US$ 17,25) por dia, o que representa 9.582,47 pesos (US$ 524,58) por mês.
Em relação à Zona Franca da Fronteira Norte, o salário mínimo diário aumentará de 419,88 pesos (US$ 22,99) para 440,87 pesos (US$ 24,13), equivalente a 13.409,80 pesos (US$ 734,10) por mês, acrescentou a secretária durante uma reunião da prefeita Claudia Sheinbaum com jornalistas.
Com base nessas medidas, as autoridades estimam que, neste ano, o salário mínimo terá recuperado 154,2% do seu poder de compra em termos reais durante os governos da Quarta Transformação, iniciada em 2018 com a eleição de Andrés Manuel López Obrador para a Presidência.
Este é “o nível mais alto registrado para o salário mínimo desde 1980. Também reverte a tendência de precarização salarial durante o período neoliberal”, afirmou Bolaños, observando que, na região da fronteira norte, o salário mínimo está acima do pico histórico atingido em 1976.
O aumento do salário mínimo geral permitirá que as pessoas comprem duas cestas básicas, acrescentou o funcionário, reiterando a meta de atingir 2,5 cestas até 2030, embora, na região da fronteira norte, o salário mínimo cubra 2,8 cestas.
Sheinbaum agradeceu então aos líderes empresariais pela concordância unânime em aumentar o salário mínimo e indicou que isso não afetará a inflação.
mem/las / fav





