Em outubro, também houve uma diminuição significativa: foram registrados 233 casos, contra 298 no mesmo período do ano anterior, uma diferença de 65 eventos a menos, lembrou o jornal.
Ele alertou que a primeira queda neste período foi observada em setembro, quando foram contabilizados 242 eventos, enquanto um ano antes foram 289.
As estatísticas também mostraram que abril, junho, setembro e outubro deste ano refletiram comportamentos favoráveis em comparação com os meses imediatamente anteriores, acrescentou.
As autoridades do Ministério do Interior garantiram, de acordo com o texto, que esse padrão responde a um fortalecimento das operações e a um acompanhamento mais preciso das estruturas criminosas (ações de investigação executadas).
Em novembro, foram realizadas quatro mil prisões, entre elas de extorsionários e assassinos, explicou o porta-voz da PNC, Edwin Monroy, em relação à diminuição dos homicídios em novembro passado.
Outras operações concentraram-se na apreensão de mais de 300 armas de fogo, acrescentou o porta-voz, que afirmou que, por cada arma de fogo apreendida, são preservadas pelo menos três vidas.
Ele acrescentou que o plano de segurança de fim de ano continua em andamento e mantém resultados animadores.
Esses dados mostram uma melhora após a pressão observada nos primeiros trimestres do ano, considerou o analista de segurança do Centro de Pesquisas Econômicas Nacionais, David Casasola.
Tal redução nos homicídios ajuda a enviar sinais positivos à população, que está percebendo uma mudança na situação da proteção cidadã, e permitirá encerrar o presente período anual com uma taxa menor do que a de 2024, enfatizou.
Após dois anos do governo de Bernardo Arévalo, continua sendo um desafio fundamental superar a insegurança (assaltos, extorsões, ataques armados, entre outros) nas ruas da Guatemala.
mem/znc/bm





