A medida surge em resposta à decisão do gabinete israelense de intensificar sua ofensiva no território palestino, o que, segundo Merz, dificulta a obtenção de objetivos como a libertação de reféns e a melhoria humanitária.
Israel tem o direito de se defender contra o terrorismo do Hamas, mas também deve evitar mais sofrimento aos civis, disse o líder alemão, pedindo maior acesso à ajuda humanitária em Gaza.
Merz reiterou sua rejeição a uma possível anexação israelense da Cisjordânia e enfatizou que o movimento palestino Hamas não tem futuro na região.
Mais cedo, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu aprovou planos para expandir o controle militar sobre Gaza.
A situação em Gaza continua a se deteriorar, com mais de 61.258 mortos e 152.045 feridos desde 7 de outubro de 2023.
De acordo com a agência de notícias local DPA, vários governos temem que as sanções afetem a cooperação em segurança e tecnologia, já que Israel é o principal parceiro de fora da UE em inovação militar.
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