Durante reunião com membros do Conselho Econômico e Social (CES) para explicar os resultados alcançados com o referido pacto, ele comentou que a diversificação da matriz energética reduz a dependência de combustíveis fósseis.
Ele também mencionou que o país atingiu 98,2% de cobertura elétrica, melhorou a qualidade do serviço, a colaboração público-privada para atrair investimentos, a atualização do Plano Nacional de Energia 2025 com projeção para 2038 e a iluminação pública.
Da mesma forma, o chefe do CES propôs a criação de um painel composto pelos diversos stakeholders do Pacto da Energia Elétrica para acompanhar os compromissos pendentes, avançar em sua implementação e abordar os desafios que representam para cada uma das entidades envolvidas.
“Quero motivar e deixar clara a importância do Pacto da Energia Elétrica. Sem dúvida, ele trouxe resultados tangíveis. É um desafio complexo, mas, juntos com todos nós que formamos a sociedade, podemos trabalhar nele com sucesso”, afirmou Santos.
Já o presidente do Conselho Unificado das Distribuidoras, Celso Marranzini, observou que no ano passado, nessa mesma época, foram registradas 786 interrupções por sobrecarga.
Hoje, esse número foi reduzido para 136, graças à substituição de transformadores sobrecarregados, melhorias nas linhas de transmissão e instalação de medidores inteligentes, explicou.
O Pacto Nacional pela Reforma do Setor Elétrico, conhecido como Pacto da Energia Elétrica, foi assinado por diversos setores da sociedade, incluindo governo, empresas privadas, usuários dos serviços e organizações sociais.
Seu principal objetivo é definir uma estratégia comum para melhorar a qualidade e a eficiência do sistema elétrico, reduzir seus custos, promover a transparência e garantir a sustentabilidade ambiental a longo prazo.
Além disso, o documento inclui um plano específico para reduzir as perdas de energia do sistema, com o objetivo de alcançar a sustentabilidade econômico-financeira.
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