O diretor de Difusão e Programação da instituição, Nelson Carro, destacou a iniciativa, que será realizada até o dia 27, como uma das ações colocadas em prática para promover a chamada sétima arte do país asiático.
Organizada com a Fundação Japão, a característica distintiva dessa mostra é que a maioria dos filmes é em 35 milímetros, o que “oferece uma experiência única para o público”, destacou.
“Ver os clássicos em 35 milímetros é uma oportunidade única. Muitos desses filmes foram criados nas décadas de 50, 60 e 70, e o formato de película nos permite reviver a atmosfera única que os cineastas procuraram transmitir”, disse ele.
De acordo com dados do Ministério da Cultura, a seleção inclui alguns dos filmes mais emblemáticos do gênero, como Cure (1997), Pulse (2001), The Ghost of Yotsuya (1959), Inferno (1960), Onibaba (1964), The Black House (1999) e The Complex (2013).
Carro observou que os títulos foram escolhidos por sua qualidade e capacidade de refletir as raízes culturais do cinema de terror japonês, caracterizado por sua abordagem psicológica e uma forte ligação com o folclore e as lendas urbanas do país.
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