Em declarações à imprensa, a titular da MSP afirmou que as prioridades do ministério para o quinquênio de sua gestão incluem melhorar o acesso a medicamentos e lidar com as dificuldades com os tempos de espera.
“Há especialidades em que os tempos de espera estão ligados à falta de especialistas no local; há outras que têm a ver com outras características de projeto”, afirmou.
“O que não pode acontecer é o que está acontecendo hoje: há 30.000 pessoas na ASSE (Administração Estatal de Serviços de Saúde) em listas de espera para ter acesso a uma equipe de saúde mental.”
E acrescentou: “Não pode acontecer de encontrarmos 300 crianças e adolescentes no Hospital Pereira Rossell (referência nacional em pediatria) à espera de cirurgia oftalmológica.”
“Eu me recuso a deixar que isso seja normalizado”, afirmou.
Disse que o país destina 9,13% do seu Produto Interno Bruto à saúde e citou fragilidades na forma como ela é financiada e outras “mais graves” relacionadas aos modelos de gestão e assistência do sistema.
“Identificamos as especialidades com maior demora para o acesso dos cidadãos”, afirmou, citando psiquiatria adulta, psiquiatria infantil, neurologia pediátrica e urologia.
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