Além disso, no evento organizado pela Coordenadora de Solidariedade do Paraguai com #Cuba, instou-se o governo do presidente Santiago Peña a alterar seu voto na ONU em relação ao bloqueio, já que se alinhou com os Estados Unidos contra a ilha nas duas últimas votações.
Durante o evento, foram exibidos trechos de discursos do líder histórico da revolução, nos quais ele reafirmava a vocação de paz do povo cubano — que tem como prioridade o bem-estar da humanidade —, mas também o fato de ser uma nação rebelde disposta a defender sua soberania a qualquer custo, como está fazendo neste momento.
A senadora Esperanza Martínez dirigiu-se aos presentes para exigir o levantamento das medidas econômicas gerais e das restrições energéticas contra Cuba, ao mesmo tempo em que reivindicou a existência de canais eficazes para o acesso a medicamentos, alimentos e combustíveis, necessários para o funcionamento da economia cubana.
Da mesma forma, defendeu relações baseadas no diálogo, no direito internacional, nos direitos humanos, na democracia e no respeito mútuo.
Os principais líderes do Partido Comunista, da Convergência Socialista Popular e do País Solidário participaram do evento, no qual os participantes se comprometeram a defender os direitos do povo cubano.
Além disso, estiveram presentes representantes de organizações sociais femininas, sindicais e camponesas, bem como representantes da Diretoria de Memória Histórica e Reparação.
Personalidades ilustres da cultura paraguaia também apoiaram a iniciativa, e se apresentaram na parte cultural Marcelo Martinessi, Ricardo Flecha, Mario Casartelli, Moncho Azuaga e Roque de Pablo.
No encerramento do evento, a embaixadora de Cuba, Belkys Lay Rodríguez, expressou a gratidão dos cubanos ao povo paraguaio por sua solidariedade e destacou a irmandade que existe entre ambos, a semelhança em seu caráter e sua história de resistência e patriotismo.
A diplomata também rejeitou o panfleto publicado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos contra Cuba e as novas medidas punitivas, enfatizando que se trata de um novo pretexto para uma agressão ao seu povo. “É um ressurgimento do macartismo e do fascismo com alcance internacional”, ressaltou.
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