Nessas importações, que totalizaram US$ 3,294 bilhões, 40% correspondem a preparações e cereais, indicou um relatório do Banco Central da Reserva (BCR).
Por exemplo, para o ciclo 2025-2026, estima-se que o país precisará importar cerca de 226 mil toneladas de milho para cobrir o déficit nacional.
Para o ciclo 2025-2026, embora se preveja uma melhoria na produção nacional de milho (14-16 milhões de quintais), El Salvador mantém uma elevada dependência das importações deste cereal, que no final de 2025 registaram um valor de 502 milhões de dólares.
As estatísticas do BCR mostram que a aquisição de alimentos cresceu 13% em comparação com 2024 e duplicou o valor das exportações do setor, de acordo com o BCR.
Por outro lado, no final de 2025, o país exportou 1.478,6 milhões em alimentos, um valor superior em 77,16 milhões (5,5%) em relação aos 1.401,4 milhões registrados em 2024.
No comércio, os preparados alimentícios lideram a tabela de compras, seguidos por cereais e grãos (milho e feijão), carnes e laticínios.
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