Em uma declaração, à qual a Prensa Latina teve acesso, a organização questionou o mandado de prisão emitido por autoridades da Flórida contra Raúl Castro e relacionou-o à política de hostilidade de Washington em relação à maior das Antilhas.
Avaliou que a medida judicial constitui uma expressão das pressões contra Cuba e busca reforçar o isolamento desse país, submetido, há mais de seis décadas, a sanções econômicas, comerciais e financeiras por parte dos Estados Unidos.
A organização destacou o papel histórico de Raúl Castro na Revolução Cubana e apresentou-o como uma referência para aqueles que defendem a soberania nacional.
Raúl Castro é dignidade, humanidade, resistência e vida, ressaltou o Comitê.
Também criticou o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, a quem acusou de pressionar governos para que votem contra a resolução cubana nas Nações Unidas, a qual pede o fim do cerco.
As ações de Rubio desrespeitam a autonomia dos Estados e constituem práticas de ingerência, enfatizou. Por outro lado, a declaração lembrou que a Assembleia Geral da ONU debaterá a referida resolução nos dias 27 e 28 de outubro.
Defendeu, ainda, as conquistas de Cuba em setores como educação, saúde, tecnologia e cultura, e apontou que as restrições energéticas agravam as dificuldades enfrentadas pela população, devido às suas consequências na geração de eletricidade e no abastecimento de combustível.
O pronunciamento vinculou a política norte-americana em relação a Cuba a outras ações internacionais de Washington e denunciou o que considerou uma estratégia de pressão contra governos e processos políticos na América Latina.
Abaixo o bloqueio genocida, concluiu o texto, que reiterou a solidariedade a Cuba.
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