O número representou um aumento de 52 em relação ao relatório do dia anterior, enquanto manteve os números de feridos em 16.740; de resgatados, em 6.462; de famílias atendidas, em 128.324; e de acampamentos temporários, em 107, detalhou o governo.
Estes últimos, instalados em La Guaira, Caracas, Miranda e Aragua, têm capacidade para acolher 27.898 pessoas, das quais 23.335 já estão abrigadas, um número 213 maior do que o registrado ontem.
O relatório do governo precisou que o número de desabrigados chegou a 17.907, 642 a mais do que no balanço anterior; os prédios afetados somaram 856 e os que desabaram totalmente permaneceram em 190; já o número de efetivos mobilizados continuou em 30.989.
O número de equipes de resgate internacionais nas áreas de desastre permaneceu em 2.278 e o de voluntários credenciados continuou em 31.745.
Por outro lado, a quantidade de alimentos distribuídos subiu para 10.964.119 toneladas, superior ao número de ontem, enquanto os litros de água distribuídos chegaram a 44,5 milhões, um aumento de 3,9 milhões em relação aos distribuídos na terça-feira.
Já o número de pacientes atendidos em hospitais e outras instalações chegou a 44.298, um aumento de 4.731 em relação ao boletim anterior.
As réplicas continuaram aumentando, com 1.463 registradas desde 24 de junho até o momento, o que representa um aumento de 58 em relação aos dados de ontem.
Em seu relatório diário sobre terremotos recentes, a Fundação Venezuelana de Pesquisas Sismológicas (Funvisis) informou que, entre 01h13, horário local, e 20h22 de hoje, ocorreram 21 tremores de terra, número semelhante ao do relatório anterior.
A Funvisis destacou que, às 04h14, ocorreu o maior evento desse tipo, com magnitude de 3,7, a sudeste de Bucaramanga, na Colômbia, a uma profundidade de 14,9 quilômetros.
A presidente interina Delcy Rodríguez realizou nesta quarta-feira uma reunião com uma delegação das Nações Unidas para acompanhar a situação humanitária após os dois terremotos, que contou com a participação do coordenador residente da organização em Caracas, Gianluca Rampolla.
O representante da ONU destacou que trabalharam de forma coordenada com as instituições do Estado com o objetivo de oferecer uma resposta técnica de alto nível, informou a Presidência.
Como parte da ajuda das Nações Unidas à República Bolivariana, foram liberados 15 milhões de dólares de seu fundo de emergência e foi acionado o Fundo Humanitário da Venezuela.
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