Hossein Karmanpour, chefe do Centro de Relações Públicas e Mídia do ministério, precisou em uma publicação na rede social X que 36 dos feridos continuam hospitalizados.
Os demais receberam alta após receberem os cuidados médicos necessários, acrescentou o funcionário.
No último dia 19 de julho, Karmanpour informou que o número de mortos ultrapassava 50 e que cerca de 520 pessoas ficaram feridas.
Nos últimos dias, os Estados Unidos lançaram sucessivas ondas de ataques contra alvos em território iraniano, enquanto Teerã respondeu com mísseis e drones contra bases militares, instalações e postos que considera ligados a Washington em vários países da região, incluindo o Bahrein.
A escalada ocorre apesar da assinatura, em junho passado, de um memorando de entendimento entre Washington e Teerã, que previa um cessar-fogo e o início de negociações para chegar a um acordo mais abrangente.
No entanto, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou, em 8 de julho, o fim da trégua, após os ataques contra petroleiros no Estreito de Ormuz, pelos quais Washington responsabilizou Teerã.
Posteriormente, os Estados Unidos retomaram seus ataques contra o Irã, em meio a uma intensificação das respostas iranianas na região.
Washington exige que Teerã suspenda os ataques contra navios e garanta a liberdade de navegação pelo Estreito de Ormuz, enquanto o Irã insiste em submeter o tráfego de embarcações a um mecanismo sob seu controle.
A disputa aumentou os temores sobre possíveis interrupções nas exportações regionais de petróleo e gás.
npg/fm/bm





