“Ela foi uma das atrizes mais icônicas e emblemáticas da Era de Ouro do cinema mexicano”, resumiu a instituição por meio de uma mensagem divulgada em sua conta na rede social X.
A instituição destacou que ela se tornou famosa tanto por seu talento dramático quanto por ser considerada “um dos rostos mais belos da tela grande”.
O Conselho Diretor e o Comitê de Fiscalização da ANDI transmitiram aos familiares e amigos suas mais sinceras condolências.
Entre dezenas de títulos, destacam-se filmes como “Cuidado com o amor” (1954), que Aguirre estrelou ao lado de Pedro Infante; “Chuva Vermelha” (1950), com Jorge Negrete, e “A mulher que eu amei” (1950), onde contracena com Agustín Lara.
Um artigo do jornal Milenio destaca que esses e outros filmes “explicam melhor do que qualquer prêmio por que seu nome acabou ocupando um lugar ao lado de María Félix, Dolores del Río ou Silvia Pinal”, outras atrizes importantes daquela época.
“Numa época em que o cinema mexicano vivia seu maior apogeu e competia com as grandes produções internacionais, Aguirre conseguiu abrir caminho entre um grupo de estrelas que pareciam inatingíveis”, ressaltou.
Acrescentou que “ela fez isso sem escândalos nem papéis repetitivos, construindo uma carreira que abrangeu melodramas, histórias românticas, filmes de aventura e comédias, sempre com uma naturalidade que a tornou uma das atrizes favoritas do público”.
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